| Versículo | Texto |
|---|---|
| 1 | Senhor, a ti clamo, dá-te pressa em me acudir; inclina os ouvidos à minha voz, quando te invoco. |
| 2 | Suba à tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina. |
| 3 | Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios. |
| 4 | Não permitas que meu coração se incline para o mal, para a prática da perversidade na companhia de homens que são malfeitores; e não coma eu das suas iguarias. |
| 5 | Fira-me o justo, será isso mercê; repreenda-me, será como óleo sobre a minha cabeça, a qual não há de rejeitá-lo. Continuarei a orar enquanto os perversos praticam maldade. |
| 6 | Os seus juízes serão precipitados penha abaixo, mas ouvirão as minhas palavras, que são agradáveis, |
| 7 | ainda que sejam espalhados os meus ossos à boca da sepultura, quando se lavra e sulca a terra. |
| 8 | Pois em ti, Senhor Deus, estão fitos os meus olhos: em ti confio; não desampares a minha alma. |
| 9 | Guarda-me dos laços que me armaram e das armadilhas dos que praticam iniquidade. |
| 10 | Caiam os ímpios nas suas próprias redes, enquanto eu, nesse meio tempo, me salvo incólume. |